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RELAÇÕES INSTITUCIONAIS: CAPES PARTICIPOU DA ABERTURA DO ANO LETIVO NA UCSAL

Presidente da CAPES disse ser necessário expandir o Sistema Nacional de Pós-Graduação (SNPG) pensando nas entregas à sociedade.

A CAPES participou da abertura do ano letivo da Universidade Católica do Salvador (UCSal), nesta terça-feira, 7 de março. Transmitido pelo canal do Programa de Pós-Graduação da instituição no YouTube, o “X Encontro Virtual Sobre Alteridade e Direitos Fundamentais” destacou a justiça social e o acesso à educação superior. Mercedes Bustamante, presidente da Fundação, afirmou que o tema é um dos que norteiam a sua gestão e destacou o papel da educação como meio para reduzir as desigualdades sociais.

Bustamante: “a ciência e a educação são fundamentais como caminhos para a justiça social”

A presidente da CAPES disse ser necessário expandir o Sistema Nacional de Pós-Graduação (SNPG) pensando nas entregas à sociedade. Segundo a gestora, o trabalho da Agência reconhece “a importância da ciência e da educação como caminhos para a justiça social”. Nisso se enquadram as reduções das assimetrias do País, para favorecer regiões como o Nordeste, que abriga a Ucsal. “É nos pós-graduandos que reside a esperança de construir um País com mais equidade. Precisamos trabalhar o lado humanístico, a ciência como um bem para a sociedade”, frisou Bustamante.

Outro ponto citado por Mercedes foi a necessidade de uma atuação conjunta de estados e União. Para a CAPES, isso significa trabalhar em harmonia com as Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (FAP). Sua fala esteve em sintonia com a de Handerson Leite, diretor-geral da FAP da Bahia (Fapesb), que também presente na mesa de abertura. “Queremos um desenvolvimento sustentável, com menos fome, com mais educação e com melhores condições de vida para o povo baiano”, disse Leite.

Gontijo: “sociedades mais inclusivas têm sempre a educação superior como caminho”

Pela UCSal, a reitora Roberta Gontijo observou que “sociedades mais inclusivas têm sempre a educação superior como caminho” e que é preciso ter um olhar para demandas como equidade no sistema, reconhecimento do outro e das diversidades e paridade na participação. Deivid Lorenzo, pró-reitor Acadêmico, afirmou que a instituição deve “estar aberta à cultura do encontro e do diálogo”. Também participaram da mesa os professores Silvana Carvalho e Tagore Trajano.

(Com informações da  CGCOM/CAPES)

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