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Instituições parceiras assinam convênio com a UCSal

Quatro instituições assinaram nesta quinta-feira (9) o convênio de cooperação técnica com a Universidade Católica do Salvador (UCSal). As parcerias já haviam sido iniciadas desde o último ano, com o objetivo de promover o intercâmbio de estudantes, funcionários, docentes e pesquisadores, além de implementar projetos conjuntos de pesquisa e proporcionar eventos científicos e culturais de relevância social.

Os representantes das instituições foram recebidos pela Reitora da Universidade, Profa. Dra. Silvana Sá de Carvalho, e a Pró-Reitora de Extensão e Ação Comunitária (Proext), Profa. Dra. Maria Gorete Figueiredo. “Muito contente com essa parceria que já começou mas que hoje oficializamos, desejando que ela possa render muitos frutos positivos para a nossa comunidade universitária, as instituições e principalmente para a sociedade”, ressaltou a Profa. Silvana.

Antes mesmo do convênio ser firmado, a UCSal já realizava atividades em conjunto com o Centro Avançado de Empreendedorismo do Nordeste de Amaralina (CAENA), Associação Os Amigos de Clara Amizade, Centro Comunitário Monsenhor José Hamilton e a Multiplicação Social – Vivenda Consultoria e Planejamento.

Na avaliação dos representantes das Instituições, um dos elementos de grande importância na parceria é o potencial humano. “As organizações existem por causa do ser humano, e nesse momento, o objetivo da parceria é lançar um pouco o olhar para o horizonte”, comentou Frei Fernando Henrique Brito, representante do CAENA.

O centro Monsenhor José Hamilton é um dos que já experimenta a presença de voluntários da UCSal apoiando programas e projetos. De acordo com o Pe. Manoel, “esta é uma experiência bonita que estamos vivendo, e a gente já sente a presença da Universidade de uma forma bem intensa. E que bom que a gente agora torna isso oficial”.

“É uma alegria imensa a gente poder partilhar dessa parceria, principalmente para mim que nasci do voluntariado e foi isso que me fortaleceu a ser o que eu sou hoje. Vim de comunidade periférica, e trazer os jovens estudantes para essa experiência é sair de uma teoria para uma prática real, na comunidade. Vivenciar isso é se redescobrir diante dessa sociedade que estamos vivendo e esse contexto novo”, ressalta Daniela Miranda, representante da Associação Clara Amizade.

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