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Assessoria
Associação Comunitária Rural do Tabuleiro de Paus Altos e
Adjacências - ASCORTAPA
Fundada em 26 de outubro de 2002, a Associação Comunitária
Rural do Tabuleiro de Paus Altos e Adjacências – ASCORTAPA,
nasceu da iniciativa de agricultores e agricultoras das
Comunidades de Paus Altos e Santa Cruz com o objetivo de
representa-los junto ao poder público e à sociedade em geral. Ao
longo de sua existência a Associação vem desenvolvendo projetos
e ações que têm por fim promover a melhoria e manutenção da
qualidade de vida da comunidade, através da valorização da
economia popular solidária. Atualmente o grupo está trabalhando
com a produção do mel, doces caseiros e produtos derivados da
mandioca.
Associação de Pequenos Produtores e Moradores da Fazenda
Várzea Comprida
A Associação foi criada em 06 de janeiro de 1999, a partir
da iniciativa dos jovens da comunidade, que escutavam as pessoas
falarem que só através da união poderiam melhorar a vida. Assim,
a organização surgiu com o objetivo de tentar promover melhorias
na comunidade e aprimorar os potenciais produtivos como, por
exemplo, o aproveitamento do umbu, tão abundante na região.
Atualmente a Associação tem 40 associados e estão trabalhando
com o beneficiamento do umbu para produção de polpa, doces,
licor e outros.
Cooperativa Pedacinhos de Sabor – COOPPS
A COOPPS foi criada em 2006, a partir do Projeto Grãos,
executado pela ONG Avante com o apoio do Instituto Wal-mart.
Quando da sua formação, o grupo contava com 54 mulheres,
moradoras do Calabar, Alto das Pombas e da Roça da Sabina, as
quais foram qualificadas para a produção e congelamento de
alimentos.
Apesar do nome, a COOPS é um grupo informal, constituído hoje
por 04 mulheres que já receberam nova qualificação para produção
de pães e salgados. Seu espaço de trabalho localiza-se em um
prédio do Pró-vida, no Calabar, que foi inteiramente reformado
com vistas a adequá-lo às normas da Associação Nacional de
Vigilância Sanitária - ANVISA.
Cooperativa Costurando Idéias – COOPERCID
Iniciado em 2006 através de um projeto da ONG AVANTE com o apoio
do Instituto Wal-mart, a COOPERCID desenvolve atividades na área
de costura e reformas de roupa. O grupo, constituído por 07
mulheres, está situado na comunidade negra do Calabar. Apesar do
nome, o grupo ainda não está formalizado. Conta com o apoio da
Associação de Moradores do Calabar - que cede o espaço físico
onde funciona a sede -, e da AVANTE, que em 2008 colaborou na
montagem e realização de um desfile de modas no próprio Calabar.
Escola Aberta do Calabar
A Escola Aberta foi inaugurada em outubro de 1982 por uma
iniciativa da Associação de Moradores Unidos do Calabar. Obteve
reconhecimento da Organização das Nações Unidas para a Educação
e Cultura – UNESCO – pelo trabalho de qualidade realizado.
Apesar disso, no final da década de 80 passou por uma grave
crise, resultando na perda de parceiros importantes como o Banco
Mundial, a UNICEF e outros.
Para reverter a crise e evitar o fechamento da Escola, um grupo
de nove professoras demitidas resolveu, em 2004, assumir a sua
gestão, formando o grupo Renascer que se transformou em uma
associação e, hoje, é o responsável pela administração da
Escola. Atualmente a Escola Aberta do Calabar é mantida com
muita dificuldade, através de poucos recursos, alguns parceiros
e muito esforço desse grupo de professoras que continua a
alimentar o sonho de uma escola comunitária.
Grupo de Produção de Alimentos da Comunidade de Quingoma -
QUINGOMEIRAS
O grupo das Quingomeiras para a produção de alimentos nasceu em
2007 com o apoio da Secretaria Municipal de Políticas para
Mulheres do município de Lauro de Freitas. O grupo é formado por
13 mulheres residentes em Quingoma, antiga zona de engenho nos
séculos XVIII e XIX, distrito de Lauro de Freitas. O grupo tem
por objetivo fortalecer a atividade conhecida por Beiju de
Quingoma (sem côco) a partir de práticas que reforcem a cultura
local e a promoção de alternativas de trabalho e renda.
O nome Quingoma remete a uma etnia africana, vinda em menor
número para a Bahia, e que foi absorvida como mão de obra
escrava na região antes conhecida como freguesia de Santo Amaro
de Ipitanga. A área de Quingoma abriga grande número de
descendentes quilombolas.
Associação de Costureiras de Itapagipe - ASCOSI
A ASCOSI foi formalizada em 2004. Seu surgimento partiu de uma
iniciativa do NAI (Núcleo de Articulação Insteristitucional de
Itapagipe) ao identificar, em Itapagipe, a existência de
diversas indústrias de confecção e a possibilidade de incremento
deste setor com o anúncio da implantação de um condomínio de
fábricas de confecção na Rua do Uruguai. A partir daí, buscou-se
uma articulação entre a SETRAS, o SENAI e o SINDVEST para
realizar cursos de capacitação que possibilitassem o acesso das
costureiras de Itapagipe às exigências destes novos postos de
trabalho. De um total de 114 costureiras, 25 se propuseram a
constituir um grupo autônomo, tendo sido apoiado em uma ação
articulada do PNUD e da UCSal. Atualmente composto por 08
mulheres, o grupo vem desenvolvendo atividades de prestação de
serviços na área de costura, em especial fardamentos.
Cooperativa de Coleta Seletiva, Processamento de Plástico e
Proteção Ambiental - CAMAPET
A CAMAPET nasceu em 1999 a partir de uma ação do Centro de Artes
e Meio Ambiente - CAMA, direcionada para o entendimento das
questões ambientais e a melhoraria da qualidade de vida da
comunidade de Alagados. Até 2004 o projeto abrangia somente a
área da Península de Itapagipe; hoje cobre diversos bairros de
Salvador. A coleta seletiva é feita de porta em porta, nos
locais mais próximos à sede, que fica na Calçada. Nos outros
bairros há um trabalho de remanejamento, com o CAMAPET
direcionando a coleta para outras cooperativas que integram o
Complexo Cooperativo de Reciclagem – CCR.
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